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BENCHMARKING E O EMPREENDEDORISMO
O Benchmarking é baseado num processo de observação e análise de dados, quantitativos e qualitativos. Permite ter uma noção de onde há erros metodológicos e como podem ser corrigidos. Há uma forma metódica de como fazer Benchmarking de forma a ajudar o empreendedor na construção da sua empresa para o sucesso. Os passos são os seguintes:

  1. Avaliar a própria empresa
    • É preciso abarcar todos os processos, erros e acertos da própria empresa para, então, perceber como se atua para a concorrência e, finalmente, determinar o que deve ser mantido e o que deve ser alterado.
    • Indicar pormenorizadamente quais são as áreas existentes na empresa, assim como respetivos processos e responsáveis. Fazer um levantamento com auxílio dos relatórios, de quais são as áreas que estão com dificuldades para atingir os resultados esperados e também como aquelas que superam as expectativas.

  2. Avaliar empresas referências
    • Nessa etapa, o ideal é ter como exemplo empresas que possuam metodologias e tecnologias de ponta de maneira que seja possível compreender como diferentes soluções podem alcançar diferentes investimentos e estruturas.
    • Internamente na empresa, listar minuciosamente os produtos, serviços, metodologias e estruturas da concorrência, de maneira que possa ser realizada uma comparação entre os processos internos e externos.

  3. Definir falhas e correções
    • Com a pesquisa dos processos realizados na empresa e em todo o mercado, definir quais são os pontos fracos ou os pontos fortes que devem ser reforçados. Defina KPI’s (Key Performance Indicator), pontos de performance cruciais para todo o processo.
    • Definidos os KPI’s, é o momento de traçar as estratégias e ações necessárias para a otimização dos processos.

  4. Traçar estratégias e projeções
    • As estratégias e planos de ação para a otimização dos processos, muitas das vezes, está na própria referência pesquisada.
    • Contudo, é preciso ter credibilidade e não ter a necessidade de copiar o modelo de negócio, pois assim só vai ser mais uma no mercado e a empresa não vai criar, nem agregar valor para que seja diferenciável perante toda a concorrência.
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Partilhar experiências de empreendedorismo
Queremos, com este ciclo de conversas, criar pontes entre as comunidades criativas e empreendedoras do Reino Unido e de Portugal. O que têm em comum uma Baronesa activista digital e promotora da igualdade de oportunidades, um professor de matemática que faz com que coisas complexas sejam acessíveis a todas as pessoas, a fundadora de um salão de estética que faz unhas artísticas, e um criador de efeitos visuais especiais? Aparentemente muito pouco, mas na realidade têm algo de muito significativo em comum. Todos são grandes empreendedores, inovadores e pensadores britânicos e vêm a Lisboa ao longo dos próximos meses partilhar a sua experiência com a comunidade criativa portuguesa. Numa parceria entre a minha Embaixada, a Second Home Lisboa e o seu co-fundador Rohan Silva, e com o apoio do GREAT Britain Fund do nosso Governo, iniciámos na semana passada um ciclo de conversas e debates que pretendem criar pontes entre as comunidades criativas e empreendedoras do Reino Unido e de Portugal. Este ciclo de conversas começou a 12 de Outubro e deverá estender-se até ao início do próximo ano. A primeira convidada foi a Baronesa Martha Lane-Fox, empreendedora, filantropa e pioneira no desenvolvimento do comércio online, que nos veio falar da literacia tecnológica como meio para promover a igualdade de oportunidades e a diversidade de género. Entre os próximos convidados estarão Marcus du Sautoy, professor de matemática na Universidade de Oxford; Solomon Rogers, CEO da Rewind e professor de animação digital; Sharmadean Reid, que lançou o seu primeiro projecto WAH Nails com o objectivo de promover o encontro entre a arte, estética e tecnologia; e Ben Morris, engenheiro de efeitos visuais especiais para a indústria cinematográfica. Estas conversas e debates têm lugar na Second Home Lisboa no Mercado da Ribeira. Todos sabemos que os nossos dois países estão unidos pela mais Antiga Aliança do mundo. Mas – como não me canso de salientar – é muito importante que esta aliança histórica seja também hoje uma Aliança Moderna. Portugal e o Reino Unido são duas economias inovadoras, criativas e viradas para o exterior, e é natural que procuremos partilhar experiências, conhecimentos e inspiração. Nesta altura em que nos preparamos para sair da UE, pretendemos criar condições para novas parcerias e projectos inovadores, estabelecer ligações entre os mais empreendedores, talentosos e criativos nas nossas comunidades, ajudando assim a criar um futuro brilhante em comum e abrindo novas oportunidades de negócio e investimento.