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NOTÍCIAS
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Sessão de esclarecimentos do projeto Póvoa de Varzim Empreendedor
Realizou-se no passado dia 16 de Maio de 2017, pelas 16h30m a segunda sessão de esclarecimentos do projeto Póvoa de Varzim Empreendedor

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3ª Sessão de esclarecimentos Póvoa de Varzim Empreendedor
A 3ª sessão de esclarecimentos do projeto Póvoa de Varzim Empreendedora realizou-se no passado dia 23 de Maio no Salão Nobre da Associação empresarial da Póvoa de Varzim. Esta foi o 3º a primeira sessão realizada no âmbito do projeto e contou com a presença de cerca de 50 jovens da região.

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Tendências da Comunicação e Marketing
Decorreu no passado dia 20 de outubro a entrega dos prémios aos vencedores do projeto Póvoa de Varzim Empreendedora, promovido pela AEPVZ - Associação Empresarial da Póvoa de Varzim, cujo objetivo é fomentar o empreendedorismo qualificado, criativo e inovador, através do incentivo à criatividade e criação de novas empresas nos concelhos de Póvoa de Varzim e Vila do Conde. A sessão de entrega dos diplomas integrada no segundo Encontro Temático do projeto contou com a presença do Presidente da AEPVZ e com Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa do Varzim que entregaram os Diplomas aos jovens empreendedores perante a assistência de cerca de 50 empreendedores da região.

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Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados
Decorreu no passado dia 24 de novembro, com o tema Modernização de Estruturas Empresariais através do Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, promovido pela Associação Empresarial da Póvoa de Varzim, cujo objetivo é estimular o empreendedorismo qualificado, criativo e inovador, através do incentivo à criatividade e criação de novas empresas nos concelhos de Póvoa de Varzim.

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Made in Youthland, a cosmética portuguesa que disse não à crueldade animal
Há dois anos, Diana criou uma marca de cosmética em sintonia com o mundo da moda. Hoje, Hong Kong é o principal destino da Made in Youthland, que já foi distinguida por dizer não à crueldade animal. É portuguesa e as fórmulas saíram todas de um laboratório em Lisboa. Eis a primeira grande surpresa quando conhecemos a Made in Youthland, uma startup do ramo da cosmética que chegou ao mercado em fevereiro de 2016 e que, assim de repente, até parece uma daquelas marcas nórdicas cheias de pinta. E não é por acaso. Diana V. Carriço, a empresária e criativa por detrás da marca, sempre esteve do lado de lá. E porque a moda e a cosmética não têm de ser mundos à parte, juntou o melhor das duas áreas para criar uma linha de produtos de beleza que equipara àqueles básicos essenciais em qualquer guarda-roupa. “Sempre tive este fascínio pelas duas. A moda e a cosmética não andam muito juntas, mas deviam andar, já que a segunda é, na verdade, a primeira coisa que vestimos, ainda antes da roupa. Quis começar por aí, pelo que pomos na nossa pele”, afirma Diana, de 29 anos. Começar por aí? Precisamente. A empresária tenciona estender a etiqueta da Made in Youthland também à moda e currículo para isso não lhe falta. Cosmética foi, na verdade, uma das últimas áreas em que se especializou. Em Lisboa, estudou marketing e gestão, mas acabou a trabalhar como cool hunter para várias marcas de luxo italianas. Acabou, como quem diz, porque entretanto ainda fez um curso na área de merchadising de moda, no Porto, deu aulas na Universidade de Alicante e estudou design de produto em Milão, até chegar finalmente ao capítulo da formulação cosmética. “O que fiz foi misturar tudo o que gosto num único projeto”, esclarece. Quando arrancou com a marca, Diana saltitava entre Nova Iorque, Amesterdão, Espanha e Vietname. Era altura de assentar arraiais em Lisboa e de se dedicar a um processo moroso, o da criação das fórmulas. Depois do primeiro passo, a marca levou três anos a chegar ao mercado. Afinal, compor 16 produtos de beleza leva o seu tempo e Diana não abriu mão do que tinha imaginado para a Made in Youthland. “Tinha de ser algo intemporal, com ingredientes que não saíssem de moda, por isso é que gosto de lhe chamar o little black dress da cosmética”, continua. Óleos, cremes, esfoliantes e soluções de limpeza — a Made in Youthland chegou ao mercado há quase dois anos e veio com o pacote completo. Do lado dos ingredientes está um equilíbrio entre os de origem natural e os sintéticos. Os segundos são os responsáveis pela penetração dos primeiros na pele. Na base das fórmulas estão a famosa grainha de uva e a ameixa de kakadu, fruto australiano com a maior concentração de vitamina c do mundo. O processo foi complexo, mas as fórmulas simples. É que Diana segue o velho lema “poucos mas bons” e quis evitar o overfeeding da pele. E é precisamente num dos mercados mais inundados com diferentes marcas e conceitos de cosmética que a Made in Youthland mais tem vingado. Atualmente, 90% da faturação da marca chega das exportações e Hong Kong é o principal destino, com Macau logo a seguir. Parece que as marcas de beleza europeias são bastante bem cotadas do outro lado do mundo, se bem que um dos objetivos para 2018 é precisamente reforçar a presença na Europa, onde além da loja online, a marca já está presente em algumas concept stores. “Não estamos a falar de uma marca massificada. Faz todo o sentido encontrá-la em concept e fashion stores para fazer essa ponte com a moda e porque é aí que estão as pessoas que gostam de coisas diferentes”, explica Diana. Raios UV, desperdício e crueldade animal. Esta marca é à prova de tudo A marca não esconde as preocupações redobradas com o design. Das caixas exteriores feitas em polipropileno ao vidro que protege os produtos dos raios UV, as embalagens são quase objetos de decoração e isso já está a dar frutos no que toca à sustentabilidade. “Comecei a notar que as pessoas não têm coragem de deitá-las fora e que reutilizam as embalagens nem que seja para decoração. Algumas até me mandam fotografias”, conta. Mas os atrativos desta marca portuguesa não ficam por aqui. Os testes em animais nunca foram uma opção e isso já lhe valeu a certificação de cruelty free da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), além do selo vegan atribuído pela mesma organização. É por esta razão que a marca ainda não entrou no mercado chinês. Sem efeito sobre as regiões administrativas especiais, a legislação exige que todos os produtos de cosmética importados sejam testados em animais. Isso não faz com que não haja outros mercados na mira da Made in Youthland. No Médio Oriente, Diana refere um contrato de 2 milhões de euros que, para já, se mantém suspenso devido à crise diplomática no Qatar. No início, a marca arrancou com um investimento próprio de 60 000€. Sozinha na gestão da empresa, Diana estuda agora a possibilidade de entrar nos Estados Unidos. Para um lado ou para o outro (ou para ambos), uma coisa é certa: 2018 vai ser o ano de constituir uma equipa e sediada em Lisboa. Mas Diana deixa a nacionalidade para segundo plano e fez questão de afirmar isso no nome da marca. Mais importante do que ser feito em Portugal é ser Made in Youthland. Nome: Made in Youthland Data: 2016 Pontos de venda: scar-id (Porto), SAL Concept Store (Lisboa) e loja online Preços: vão dos 45€ aos 100€ 100% português é uma rubrica dedicada a marcas nacionais que achamos que tem de conhecer.

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O que é uma startup?
Muitas pessoas, quando começam a empreender, costumam dizer: “eu tenho uma startup” ou “o meu negócio é uma startup”, para sublinhar que ainda estão a começar e o futuro da sua empresa ainda não está bem firme. Se é certo que uma startup é uma empresa jovem, também é verdade que nem todas as empresas em fase de inicialização são startups. O termo startup (ou start-up) começou a ser usado logo após a Segunda Guerra Mundial, mas foi com o aparecimento das primeiras empresas de capital de risco que a expressão se vulgarizou. Hoje é comum associar a ideia de startup a uma “empresa ou negócio novo ou em fase de arranque, geralmente de carácter inovador e ligado à tecnologia”. Então startup junta a ideia de “começar” (despontar ou nascer) com “subir” (ou crescer). Por outras palavras: procura transmitir a ideia demonstrada num gráfico, da evolução do valor – faturação – de uma empresa com um elevado crescimento logo num estágio inicial. Esse tipo de progresso ficou particularmente associado a empresas tecnológicas, cuja atividade é potenciada pela Internet. A própria palavra também foi moldada pelo meio digital: começou por se escrever os dois conceitos separados e associados à ideia de negócio (start up business), depois autonomizou-se e ganhou o hífen, porque as duas palavras juntas, por si só, davam origem a uma nova ideia de negócio, para finalmente se agregar numa só palavra por imposição dos hashtags (#startup). Mas afinal o que é uma startup? Uma startup é mais do que uma empresa, é um estado de espírito, uma visão, apoiada pelo seu fundador e agindo no sentido de criação de uma oportunidade de negócio num mercado inexplorado ou instável. Assim, ela não tem um modelo de negócio fixo, antes explora as possibilidades consoante as oportunidades. Steve Blank definiu a startup como “uma organização construída para encontrar um modelo de negócios repetível e escalável”. Ou seja, é uma empresa em que um único produto pode ser vendido a todos os clientes e que, simultaneamente pode ter um grande número de clientes sem alterar significativamente os custos de operação. Outros autores preferem destacar o potencial de inovação — incremental ou disruptiva — e a capacidade para crescer rapidamente, mas todos concordam que a principal característica de uma startup é a incerteza. Startup é inovação e tecnologiaCom efeito, encontrar um modelo de negócio que seja viável, repetível, escalável e inovador não é nada fácil e tem numerosas incertezas envolvidas, por exemplo: se existem clientes para o produto, se o modelo é realmente lucrativo, ou se é possível executá-lo. É por isso que qualquer startup é um empreendimento de alto risco – e é muito mais seguro abrir um restaurante, por exemplo. Claro que um restaurante não é uma startup, ainda que o seu chef cozinheiro seja muito criativo, o serviço que disponibiliza seja inovador ou tenha um ambiente disruptivo relativamente à tradição da concorrência. Um restaurante (como uma cafetaria, padaria ou salão de cabeleireiro) é um modelo de negócio bem definido e amplamente testado. No essencial, compra produtos, transforma-os em novas unidades de venda e fornece-os aos clientes. Claro que, se em vez de um restaurante, abrisse uma plataforma de restaurantes que permitisse a reserva de mesa e o pagamento da refeição através de uma aplicação de telemóvel (à semelhança da Uber ou Airbnb), então sim, teria uma startup. Ao contrário dos negócios tradicionais, numa startup não sabemos se o que estamos a desenvolver é viável e funciona. E, mesmo existindo atualmente plataformas do género, talvez não tivesse muitas certezas sobre o modelo de negócios naquele caso específico. O segundo diferencial é que um restaurante não é repetível, isto é, não consegue vender a mesma refeição para vários clientes. Para cada cliente, precisa comprar ingredientes, ter alguém para os preparar e levar à mesa, etc.. Já para a aplicação só precisa desenvolver o código, colocá-la online e esperar pela adesão de clientes e fornecedores. Se para fazer crescer o negócio do seu restaurante, terá de pensar em abrir uma nova loja e contratar mais pessoas, numa startup o crescimento resulta da característica de ser repetível e da capacidade e atrair pela inovação e, consequentemente, pela ausência de concorrência. O que é preciso para ser uma startup? Como vimos, fica claro que uma startup deve ter pelo menos as seguintes condições: 1) Apresentar um novo conceito no mercado, em que o risco é difícil de avaliar; 2) Utilizar uma nova tecnologia; 3) Ter um forte potencial de crescimento; 4) Ser escalável. Ainda que sejam conhecidas por “empresas de garagem”, as startups quando entram na fase de pré-comercialização requerem, quase sempre, um forte investimento inicial, para impulsionar o projeto. Esta captação de recursos também difere das empresas tradicionais, uma vez que o valor investido pode facilmente chegar aos milhões, e o retorno para os investidores pode incrementar o lucro em curto prazo… ou levar à perda total, porque muitas startups ficam pelo caminho ou, na melhor das hipóteses, são absorvidas pelos negócios tradicionais.

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SAK Project: Startup portuguesa que faz caneleiras personalizadas para os futebolistas
A SAK Project é pioneira na modernização de caneleiras para futebolistas, utilizando um conjunto de tecnologias e materiais de última geração: oferece caneleiras personalizadas feitas à medida da perna do jogador em modelos 3D. Em apenas um ano, a startup que nasceu da ideia de Filipe Simões e Rui Pina, já exporta 65% da produção para fora de Portugal e as suas caneleiras já são utilizadas pela maioria dos jogadores da seleção nacional e por jogadores de grandes clubes do futebol nacional e internacional: Benfica, Porto, Real Madrid, Atlético, Juventus, Chelsea, Manchester United, Manchester City, Bayern Munique, entre outros. O negócio que nasceu em Viseu já abriu também escritório em Lisboa e em menos de um ano a equipa passou de oito para 18 pessoas. Filipe Simões, CEO do SAK Project, explica como tudo começou: “A ideia de desenvolver caneleiras mais competentes surgiu do nosso contacto com jogadores de futebol, através do qual tivemos conhecimento das suas reclamações: as caneleiras são desconfortáveis e ineficazes. Esta informação vinha mais tarde a ser confirmada por um estudo realizado por investigadores americanos que submeteram a testes as caneleiras das grandes marcas. Estes investigadores foram contundentes nas conclusões: as caneleiras tradicionais são perigosas. Não protegem convenientemente e promovem uma falsa sensação de segurança. Fundamentalmente, duas razões foram identificadas: uso de materiais de fraca qualidade e um desajuste entre a forma das caneleiras e as pernas dos atletas, o que potencia a focalização da energia de um impacto. Ironicamente, as pernas de atletas de referência mundial, que são até o maior ativo dos seus clubes, encontravam-se desprotegias pelo uso de caneleiras tradicionais, sendo a ironia ainda maior se levarmos em conta que este é o único equipamento de proteção usado no futebol”. Assim, Filipe e Rui que eram professores na altura e decidiram combinar os seus conhecimentos em materiais com os seus conhecimentos em tecnologia para desenvolver um novo conceito de proteção para futebol: caneleiras feitas à medida em materiais de última geração. “Como tínhamos trabalhos a tempo inteiro, desenvolvíamos o conceito à noite e durante os fins de semana, na garagem do Rui. Assim surgiu a SAK Project – “Safety Against Kicking”, traduzido literalmente para Português significa: Segurança Contra Pontapés”. Os empreendedores decidiram então agir em duas frentes: por um lado, usar materiais de última geração que encontram aplicação na indústria militar (um arranjo especial de polímeros muito resistente a impactos, leve e flexível) e por outro, produzir caneleiras perfeitamente ajustadas às pernas, resultado de um rigoroso scan 3D. Este processo recorre a sensores e algoritmos para construir um modelo tridimensional detalhado das pernas dos jogadores. Para além da personalização da forma das caneleiras, a SAK personaliza também os gráficos das caneleiras, tornando este produto verdadeiramente único e o espelho do corpo e da personalidade do jogador. “As caneleiras SAK são o resultado de cinco anos de investigação e desenvolvimento, testes de campo e feedback de reputados médicos de clubes de referência e de alguns dos jogadores de futebol mais famosos do mundo”, refere. Filipe explica ainda que a empresa começou por ser uma sociedade dos fundadores, forma que manteve até 2012. Nessa altura, já conscientes do potencial do projeto e ambicionando desenvolver uma empresa à escala global que desse resposta às necessidades de proteção dos 265 milhões de pessoas praticantes de futebol em todo o mundo, “fomos à procura de investidores para podermos desenvolver o conceito. No final de 2012, a empresa tornou-se numa sociedade anónima ao receber investimento de duas estruturas de investimento de referência: Armilar Venture Partners (na altura, Espírito Santo Ventures) e Busy Angels”, salienta. O emrpeendedor adianta também que como o mundo do futebol é um mundo de transferências, as caneleiras acabaram por ser conhecidas através do passa a palavra entre jogadores. Aos poucos, os jogadores que já tinham adquirido as caneleiras acabaram por se tornar também parte da equipa da SAK, ao promoverem a marca entre os seus pares. “Atualmente, além de equipar muitos dos seus atletas, desenvolvemos uma parceria mais completa com alguns clubes. No caso do Futebol Clube do Porto, por exemplo, equipamos o plantel principal e as camadas jovens e temos um acordo de licenciamento, sendo as caneleiras oficiais do clube produzidas pela SAK. Temos também acordo de licenciamento com o Sport Lisboa e Benfica e continuamos a trabalhar para estabelecer relações com mais clubes nacionais e internacionais”, revela Filipe Simões. Dos jogadores para o retalho e para o mundo Além dos jogadores, a SAK saltou também para as lojas de desporto, onde neste momento está presente nos centros comerciais Colombo e Norte Shopping –, onde têm os scanners 3D que permitem criar o modelo das pernas do utilizador. Lançáram igualmente pilotos adicionais fora do país, muitas vezes a pedido de lojas e distribuidores, tendo em pouco tempo expandido para 16 países (2016-2017). “Atualmente, este negócio internacional traduz-se em 65% da faturação, e virá seguramente a representar uma fatia maior nos próximos anos (Itália, Reino Unido e Espanha são, neste momento, os países mais relevantes) – temos mais de 100 pontos de venda na Europa, sendo Itália o maior ao nível do número de lojas”, admite. A SAK dispõe também de um site de e-commerce (www.sakproject.com) onde é possível encomendar produtos não personalizados, mas também caneleiras personalizadas em gráficos e forma. “O primeiro investimento na SAK aconteceu em 2013 com um valor de 300 mil euros, tendo a empresa levantado até ao momento um total de 2 milhões de euros. Contamos fazer uma nova ronda de levantamento de capital em breve para suportar um ambicioso plano de expansão internacional”, salienta o jovem empreendedor, que diz que espera atingir níveis de faturação anuais superiores a um milhão de euros a curto prazo.

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Sparkl foi uma das vencedores do Lisbon Challenge 2017
A Sparkl, a primeira plataforma portuguesa de serviços de beleza on demand, foi uma das três vencedoras do Lisbon Challenge 2017. A startup ganhou 60 mil euros no total, o que faz com que passe a ser avaliada em 1 milhão de euros. O Lisbon Challenge é um programa de aceleração de startups, que ajuda durante 10 semanas as startups selecionadas a lançar os seus produtos de forma robusta e consistente. Em setembro, a Sparkl foi uma das 10 startups selecionadas para o bootcamp entre 600 startups europeias. Pela primeira vez, este programa de aceleração investiu 10 mil euros à partida nas 10 startups selecionadas durante o bootcamp, a fase de pré-selecção para a entrada para o programa. Seguiu-se o período de aceleração, do qual saíram as 3 startups vencedoras, entre as quais a Sparkl. Para Mariana Bettencourt, CEO e co-fundadora da Sparkl, “foi um período de grande aprendizagem em que testámos os nossos limites ao máximo. O programa proporcionou-nos contacto direto com outros empreendedores de startups em fases já bastante mais avançadas que partilharam connosco o seu know-how. A troca de conhecimento e partilha de aprendizagens é essencial para a sustentabilidade de qualquer startup. Isso aliado aos anos de experiência de trabalho que a nossa equipa tem, quer na área da beleza, gestão de marca e produto, quer em desenvolvimento tecnológico e design de user Experience, são ingredientes essenciais para o sucesso deste projeto. O programa ajudou-nos também a alavancar e a projetar o nosso negócio exponencialmente. Agora podemos afirmar que temos tudo: além de uma equipa fenomenal, temos ambição e investimento para fazer crescer a empresa. Os nossos objetivos são crescer de forma sustentada e expandir o negócio a nível internacional ainda no final de 2018 e início de 2019“