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NOTÍCIAS
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Sessão de esclarecimentos do projeto Póvoa de Varzim Empreendedor
Realizou-se no passado dia 16 de Maio de 2017, pelas 16h30m a segunda sessão de esclarecimentos do projeto Póvoa de Varzim Empreendedor

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3ª Sessão de esclarecimentos Póvoa de Varzim Empreendedor
A 3ª sessão de esclarecimentos do projeto Póvoa de Varzim Empreendedora realizou-se no passado dia 23 de Maio no Salão Nobre da Associação empresarial da Póvoa de Varzim. Esta foi o 3º a primeira sessão realizada no âmbito do projeto e contou com a presença de cerca de 50 jovens da região.

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Tendências da Comunicação e Marketing
Decorreu no passado dia 20 de outubro a entrega dos prémios aos vencedores do projeto Póvoa de Varzim Empreendedora, promovido pela AEPVZ - Associação Empresarial da Póvoa de Varzim, cujo objetivo é fomentar o empreendedorismo qualificado, criativo e inovador, através do incentivo à criatividade e criação de novas empresas nos concelhos de Póvoa de Varzim e Vila do Conde. A sessão de entrega dos diplomas integrada no segundo Encontro Temático do projeto contou com a presença do Presidente da AEPVZ e com Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa do Varzim que entregaram os Diplomas aos jovens empreendedores perante a assistência de cerca de 50 empreendedores da região.

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Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados
Decorreu no passado dia 24 de novembro, com o tema Modernização de Estruturas Empresariais através do Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, promovido pela Associação Empresarial da Póvoa de Varzim, cujo objetivo é estimular o empreendedorismo qualificado, criativo e inovador, através do incentivo à criatividade e criação de novas empresas nos concelhos de Póvoa de Varzim.

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Made in Youthland, a cosmética portuguesa que disse não à crueldade animal
Há dois anos, Diana criou uma marca de cosmética em sintonia com o mundo da moda. Hoje, Hong Kong é o principal destino da Made in Youthland, que já foi distinguida por dizer não à crueldade animal. É portuguesa e as fórmulas saíram todas de um laboratório em Lisboa. Eis a primeira grande surpresa quando conhecemos a Made in Youthland, uma startup do ramo da cosmética que chegou ao mercado em fevereiro de 2016 e que, assim de repente, até parece uma daquelas marcas nórdicas cheias de pinta. E não é por acaso. Diana V. Carriço, a empresária e criativa por detrás da marca, sempre esteve do lado de lá. E porque a moda e a cosmética não têm de ser mundos à parte, juntou o melhor das duas áreas para criar uma linha de produtos de beleza que equipara àqueles básicos essenciais em qualquer guarda-roupa. “Sempre tive este fascínio pelas duas. A moda e a cosmética não andam muito juntas, mas deviam andar, já que a segunda é, na verdade, a primeira coisa que vestimos, ainda antes da roupa. Quis começar por aí, pelo que pomos na nossa pele”, afirma Diana, de 29 anos. Começar por aí? Precisamente. A empresária tenciona estender a etiqueta da Made in Youthland também à moda e currículo para isso não lhe falta. Cosmética foi, na verdade, uma das últimas áreas em que se especializou. Em Lisboa, estudou marketing e gestão, mas acabou a trabalhar como cool hunter para várias marcas de luxo italianas. Acabou, como quem diz, porque entretanto ainda fez um curso na área de merchadising de moda, no Porto, deu aulas na Universidade de Alicante e estudou design de produto em Milão, até chegar finalmente ao capítulo da formulação cosmética. “O que fiz foi misturar tudo o que gosto num único projeto”, esclarece. Quando arrancou com a marca, Diana saltitava entre Nova Iorque, Amesterdão, Espanha e Vietname. Era altura de assentar arraiais em Lisboa e de se dedicar a um processo moroso, o da criação das fórmulas. Depois do primeiro passo, a marca levou três anos a chegar ao mercado. Afinal, compor 16 produtos de beleza leva o seu tempo e Diana não abriu mão do que tinha imaginado para a Made in Youthland. “Tinha de ser algo intemporal, com ingredientes que não saíssem de moda, por isso é que gosto de lhe chamar o little black dress da cosmética”, continua. Óleos, cremes, esfoliantes e soluções de limpeza — a Made in Youthland chegou ao mercado há quase dois anos e veio com o pacote completo. Do lado dos ingredientes está um equilíbrio entre os de origem natural e os sintéticos. Os segundos são os responsáveis pela penetração dos primeiros na pele. Na base das fórmulas estão a famosa grainha de uva e a ameixa de kakadu, fruto australiano com a maior concentração de vitamina c do mundo. O processo foi complexo, mas as fórmulas simples. É que Diana segue o velho lema “poucos mas bons” e quis evitar o overfeeding da pele. E é precisamente num dos mercados mais inundados com diferentes marcas e conceitos de cosmética que a Made in Youthland mais tem vingado. Atualmente, 90% da faturação da marca chega das exportações e Hong Kong é o principal destino, com Macau logo a seguir. Parece que as marcas de beleza europeias são bastante bem cotadas do outro lado do mundo, se bem que um dos objetivos para 2018 é precisamente reforçar a presença na Europa, onde além da loja online, a marca já está presente em algumas concept stores. “Não estamos a falar de uma marca massificada. Faz todo o sentido encontrá-la em concept e fashion stores para fazer essa ponte com a moda e porque é aí que estão as pessoas que gostam de coisas diferentes”, explica Diana. Raios UV, desperdício e crueldade animal. Esta marca é à prova de tudo A marca não esconde as preocupações redobradas com o design. Das caixas exteriores feitas em polipropileno ao vidro que protege os produtos dos raios UV, as embalagens são quase objetos de decoração e isso já está a dar frutos no que toca à sustentabilidade. “Comecei a notar que as pessoas não têm coragem de deitá-las fora e que reutilizam as embalagens nem que seja para decoração. Algumas até me mandam fotografias”, conta. Mas os atrativos desta marca portuguesa não ficam por aqui. Os testes em animais nunca foram uma opção e isso já lhe valeu a certificação de cruelty free da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), além do selo vegan atribuído pela mesma organização. É por esta razão que a marca ainda não entrou no mercado chinês. Sem efeito sobre as regiões administrativas especiais, a legislação exige que todos os produtos de cosmética importados sejam testados em animais. Isso não faz com que não haja outros mercados na mira da Made in Youthland. No Médio Oriente, Diana refere um contrato de 2 milhões de euros que, para já, se mantém suspenso devido à crise diplomática no Qatar. No início, a marca arrancou com um investimento próprio de 60 000€. Sozinha na gestão da empresa, Diana estuda agora a possibilidade de entrar nos Estados Unidos. Para um lado ou para o outro (ou para ambos), uma coisa é certa: 2018 vai ser o ano de constituir uma equipa e sediada em Lisboa. Mas Diana deixa a nacionalidade para segundo plano e fez questão de afirmar isso no nome da marca. Mais importante do que ser feito em Portugal é ser Made in Youthland. Nome: Made in Youthland Data: 2016 Pontos de venda: scar-id (Porto), SAL Concept Store (Lisboa) e loja online Preços: vão dos 45€ aos 100€ 100% português é uma rubrica dedicada a marcas nacionais que achamos que tem de conhecer.

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O que é uma startup?
Muitas pessoas, quando começam a empreender, costumam dizer: “eu tenho uma startup” ou “o meu negócio é uma startup”, para sublinhar que ainda estão a começar e o futuro da sua empresa ainda não está bem firme. Se é certo que uma startup é uma empresa jovem, também é verdade que nem todas as empresas em fase de inicialização são startups. O termo startup (ou start-up) começou a ser usado logo após a Segunda Guerra Mundial, mas foi com o aparecimento das primeiras empresas de capital de risco que a expressão se vulgarizou. Hoje é comum associar a ideia de startup a uma “empresa ou negócio novo ou em fase de arranque, geralmente de carácter inovador e ligado à tecnologia”. Então startup junta a ideia de “começar” (despontar ou nascer) com “subir” (ou crescer). Por outras palavras: procura transmitir a ideia demonstrada num gráfico, da evolução do valor – faturação – de uma empresa com um elevado crescimento logo num estágio inicial. Esse tipo de progresso ficou particularmente associado a empresas tecnológicas, cuja atividade é potenciada pela Internet. A própria palavra também foi moldada pelo meio digital: começou por se escrever os dois conceitos separados e associados à ideia de negócio (start up business), depois autonomizou-se e ganhou o hífen, porque as duas palavras juntas, por si só, davam origem a uma nova ideia de negócio, para finalmente se agregar numa só palavra por imposição dos hashtags (#startup). Mas afinal o que é uma startup? Uma startup é mais do que uma empresa, é um estado de espírito, uma visão, apoiada pelo seu fundador e agindo no sentido de criação de uma oportunidade de negócio num mercado inexplorado ou instável. Assim, ela não tem um modelo de negócio fixo, antes explora as possibilidades consoante as oportunidades. Steve Blank definiu a startup como “uma organização construída para encontrar um modelo de negócios repetível e escalável”. Ou seja, é uma empresa em que um único produto pode ser vendido a todos os clientes e que, simultaneamente pode ter um grande número de clientes sem alterar significativamente os custos de operação. Outros autores preferem destacar o potencial de inovação — incremental ou disruptiva — e a capacidade para crescer rapidamente, mas todos concordam que a principal característica de uma startup é a incerteza. Startup é inovação e tecnologiaCom efeito, encontrar um modelo de negócio que seja viável, repetível, escalável e inovador não é nada fácil e tem numerosas incertezas envolvidas, por exemplo: se existem clientes para o produto, se o modelo é realmente lucrativo, ou se é possível executá-lo. É por isso que qualquer startup é um empreendimento de alto risco – e é muito mais seguro abrir um restaurante, por exemplo. Claro que um restaurante não é uma startup, ainda que o seu chef cozinheiro seja muito criativo, o serviço que disponibiliza seja inovador ou tenha um ambiente disruptivo relativamente à tradição da concorrência. Um restaurante (como uma cafetaria, padaria ou salão de cabeleireiro) é um modelo de negócio bem definido e amplamente testado. No essencial, compra produtos, transforma-os em novas unidades de venda e fornece-os aos clientes. Claro que, se em vez de um restaurante, abrisse uma plataforma de restaurantes que permitisse a reserva de mesa e o pagamento da refeição através de uma aplicação de telemóvel (à semelhança da Uber ou Airbnb), então sim, teria uma startup. Ao contrário dos negócios tradicionais, numa startup não sabemos se o que estamos a desenvolver é viável e funciona. E, mesmo existindo atualmente plataformas do género, talvez não tivesse muitas certezas sobre o modelo de negócios naquele caso específico. O segundo diferencial é que um restaurante não é repetível, isto é, não consegue vender a mesma refeição para vários clientes. Para cada cliente, precisa comprar ingredientes, ter alguém para os preparar e levar à mesa, etc.. Já para a aplicação só precisa desenvolver o código, colocá-la online e esperar pela adesão de clientes e fornecedores. Se para fazer crescer o negócio do seu restaurante, terá de pensar em abrir uma nova loja e contratar mais pessoas, numa startup o crescimento resulta da característica de ser repetível e da capacidade e atrair pela inovação e, consequentemente, pela ausência de concorrência. O que é preciso para ser uma startup? Como vimos, fica claro que uma startup deve ter pelo menos as seguintes condições: 1) Apresentar um novo conceito no mercado, em que o risco é difícil de avaliar; 2) Utilizar uma nova tecnologia; 3) Ter um forte potencial de crescimento; 4) Ser escalável. Ainda que sejam conhecidas por “empresas de garagem”, as startups quando entram na fase de pré-comercialização requerem, quase sempre, um forte investimento inicial, para impulsionar o projeto. Esta captação de recursos também difere das empresas tradicionais, uma vez que o valor investido pode facilmente chegar aos milhões, e o retorno para os investidores pode incrementar o lucro em curto prazo… ou levar à perda total, porque muitas startups ficam pelo caminho ou, na melhor das hipóteses, são absorvidas pelos negócios tradicionais.

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SAK Project: Startup portuguesa que faz caneleiras personalizadas para os futebolistas
A SAK Project é pioneira na modernização de caneleiras para futebolistas, utilizando um conjunto de tecnologias e materiais de última geração: oferece caneleiras personalizadas feitas à medida da perna do jogador em modelos 3D. Em apenas um ano, a startup que nasceu da ideia de Filipe Simões e Rui Pina, já exporta 65% da produção para fora de Portugal e as suas caneleiras já são utilizadas pela maioria dos jogadores da seleção nacional e por jogadores de grandes clubes do futebol nacional e internacional: Benfica, Porto, Real Madrid, Atlético, Juventus, Chelsea, Manchester United, Manchester City, Bayern Munique, entre outros. O negócio que nasceu em Viseu já abriu também escritório em Lisboa e em menos de um ano a equipa passou de oito para 18 pessoas. Filipe Simões, CEO do SAK Project, explica como tudo começou: “A ideia de desenvolver caneleiras mais competentes surgiu do nosso contacto com jogadores de futebol, através do qual tivemos conhecimento das suas reclamações: as caneleiras são desconfortáveis e ineficazes. Esta informação vinha mais tarde a ser confirmada por um estudo realizado por investigadores americanos que submeteram a testes as caneleiras das grandes marcas. Estes investigadores foram contundentes nas conclusões: as caneleiras tradicionais são perigosas. Não protegem convenientemente e promovem uma falsa sensação de segurança. Fundamentalmente, duas razões foram identificadas: uso de materiais de fraca qualidade e um desajuste entre a forma das caneleiras e as pernas dos atletas, o que potencia a focalização da energia de um impacto. Ironicamente, as pernas de atletas de referência mundial, que são até o maior ativo dos seus clubes, encontravam-se desprotegias pelo uso de caneleiras tradicionais, sendo a ironia ainda maior se levarmos em conta que este é o único equipamento de proteção usado no futebol”. Assim, Filipe e Rui que eram professores na altura e decidiram combinar os seus conhecimentos em materiais com os seus conhecimentos em tecnologia para desenvolver um novo conceito de proteção para futebol: caneleiras feitas à medida em materiais de última geração. “Como tínhamos trabalhos a tempo inteiro, desenvolvíamos o conceito à noite e durante os fins de semana, na garagem do Rui. Assim surgiu a SAK Project – “Safety Against Kicking”, traduzido literalmente para Português significa: Segurança Contra Pontapés”. Os empreendedores decidiram então agir em duas frentes: por um lado, usar materiais de última geração que encontram aplicação na indústria militar (um arranjo especial de polímeros muito resistente a impactos, leve e flexível) e por outro, produzir caneleiras perfeitamente ajustadas às pernas, resultado de um rigoroso scan 3D. Este processo recorre a sensores e algoritmos para construir um modelo tridimensional detalhado das pernas dos jogadores. Para além da personalização da forma das caneleiras, a SAK personaliza também os gráficos das caneleiras, tornando este produto verdadeiramente único e o espelho do corpo e da personalidade do jogador. “As caneleiras SAK são o resultado de cinco anos de investigação e desenvolvimento, testes de campo e feedback de reputados médicos de clubes de referência e de alguns dos jogadores de futebol mais famosos do mundo”, refere. Filipe explica ainda que a empresa começou por ser uma sociedade dos fundadores, forma que manteve até 2012. Nessa altura, já conscientes do potencial do projeto e ambicionando desenvolver uma empresa à escala global que desse resposta às necessidades de proteção dos 265 milhões de pessoas praticantes de futebol em todo o mundo, “fomos à procura de investidores para podermos desenvolver o conceito. No final de 2012, a empresa tornou-se numa sociedade anónima ao receber investimento de duas estruturas de investimento de referência: Armilar Venture Partners (na altura, Espírito Santo Ventures) e Busy Angels”, salienta. O emrpeendedor adianta também que como o mundo do futebol é um mundo de transferências, as caneleiras acabaram por ser conhecidas através do passa a palavra entre jogadores. Aos poucos, os jogadores que já tinham adquirido as caneleiras acabaram por se tornar também parte da equipa da SAK, ao promoverem a marca entre os seus pares. “Atualmente, além de equipar muitos dos seus atletas, desenvolvemos uma parceria mais completa com alguns clubes. No caso do Futebol Clube do Porto, por exemplo, equipamos o plantel principal e as camadas jovens e temos um acordo de licenciamento, sendo as caneleiras oficiais do clube produzidas pela SAK. Temos também acordo de licenciamento com o Sport Lisboa e Benfica e continuamos a trabalhar para estabelecer relações com mais clubes nacionais e internacionais”, revela Filipe Simões. Dos jogadores para o retalho e para o mundo Além dos jogadores, a SAK saltou também para as lojas de desporto, onde neste momento está presente nos centros comerciais Colombo e Norte Shopping –, onde têm os scanners 3D que permitem criar o modelo das pernas do utilizador. Lançáram igualmente pilotos adicionais fora do país, muitas vezes a pedido de lojas e distribuidores, tendo em pouco tempo expandido para 16 países (2016-2017). “Atualmente, este negócio internacional traduz-se em 65% da faturação, e virá seguramente a representar uma fatia maior nos próximos anos (Itália, Reino Unido e Espanha são, neste momento, os países mais relevantes) – temos mais de 100 pontos de venda na Europa, sendo Itália o maior ao nível do número de lojas”, admite. A SAK dispõe também de um site de e-commerce (www.sakproject.com) onde é possível encomendar produtos não personalizados, mas também caneleiras personalizadas em gráficos e forma. “O primeiro investimento na SAK aconteceu em 2013 com um valor de 300 mil euros, tendo a empresa levantado até ao momento um total de 2 milhões de euros. Contamos fazer uma nova ronda de levantamento de capital em breve para suportar um ambicioso plano de expansão internacional”, salienta o jovem empreendedor, que diz que espera atingir níveis de faturação anuais superiores a um milhão de euros a curto prazo.

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Sparkl foi uma das vencedores do Lisbon Challenge 2017
A Sparkl, a primeira plataforma portuguesa de serviços de beleza on demand, foi uma das três vencedoras do Lisbon Challenge 2017. A startup ganhou 60 mil euros no total, o que faz com que passe a ser avaliada em 1 milhão de euros. O Lisbon Challenge é um programa de aceleração de startups, que ajuda durante 10 semanas as startups selecionadas a lançar os seus produtos de forma robusta e consistente. Em setembro, a Sparkl foi uma das 10 startups selecionadas para o bootcamp entre 600 startups europeias. Pela primeira vez, este programa de aceleração investiu 10 mil euros à partida nas 10 startups selecionadas durante o bootcamp, a fase de pré-selecção para a entrada para o programa. Seguiu-se o período de aceleração, do qual saíram as 3 startups vencedoras, entre as quais a Sparkl. Para Mariana Bettencourt, CEO e co-fundadora da Sparkl, “foi um período de grande aprendizagem em que testámos os nossos limites ao máximo. O programa proporcionou-nos contacto direto com outros empreendedores de startups em fases já bastante mais avançadas que partilharam connosco o seu know-how. A troca de conhecimento e partilha de aprendizagens é essencial para a sustentabilidade de qualquer startup. Isso aliado aos anos de experiência de trabalho que a nossa equipa tem, quer na área da beleza, gestão de marca e produto, quer em desenvolvimento tecnológico e design de user Experience, são ingredientes essenciais para o sucesso deste projeto. O programa ajudou-nos também a alavancar e a projetar o nosso negócio exponencialmente. Agora podemos afirmar que temos tudo: além de uma equipa fenomenal, temos ambição e investimento para fazer crescer a empresa. Os nossos objetivos são crescer de forma sustentada e expandir o negócio a nível internacional ainda no final de 2018 e início de 2019“
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Quintas de experimentação vão ligar tecnologia à agricultura
Portugal vai ter a partir do próximo ano um centro de investigação no uso de satélites, robôs e tecnologia digital na agricultura, disse hoje o ministro da Ciência, adiantando que serão instaladas “quintas de experimentação” em universidades e politécnicos. Em declarações a jornalistas à margem da assinatura de um acordo com a sociedade de investigação internacional Fraunhofer, Manuel Heitor destacou que nos primeiros três meses de 2018 serão definidos os “sítios, pessoas e plano de negócios” para um prazo de cinco anos. “Há muito trabalho de laboratório feito e há que aplicá-lo nos campos”, afirmou, acrescentando que as quintas de experimentação deverão ser instaladas na rede de quintas agrárias que há nos politécnicos e as que a Universidade de Évora mantêm no Alentejo e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro na região do Douro. A agricultura de precisão que se pretende ensaiar na prática pode ser uma resposta às alterações climáticas e às condições de seca, permitindo “um controlo mais rigoroso de regas” e das culturas mais adequadas às condições de água.
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Videojogo para crianças com cancro distinguido internacionalmente
O HOPE conquistou o primeiro lugar e um prémio de 50 mil dólares (cerca de 42 mil euros), num concurso internacional que distingue tecnologias para doentes oncológicos. Ao constatar que as crianças internadas com doença oncológica se debatem com ansiedade e elevado sedentarismo, o investigador desenvolveu a sua tese de mestrado em Oncologia no Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar (ICBAS) e no Instituto Português de Oncologia (IPO), idealizando um “jogo sério” em 2D – para tablets e smartphones – onde os jogadores (dos 6 aos 10 anos) são desafiados a desmitificar a doença e a melhorar a sua condição física. O HOPE conta a história de uma criança que, ao longo de vários níveis, percorrendo diferentes espaços (hospital, casa e escola) e contando com vários aliados (a família, o médico, os enfermeiros…), luta contra o cancro como um super-herói lutaria contra os maus da fita. Recorrendo a uma tecnologia inovadora que deteta os movimentos das crianças, o jogo inclui ainda uma parte de entretenimento que integra a prática de exercício físico, para que os utilizadores consigam melhorar a sua condição física, respondendo mais eficazmente aos tratamentos. A interatividade e o design apelativo são algumas das mais-valias do videojogo, que foi comprovada através da realização de testes de usabilidade em crianças com e sem cancro. Hernâni Zão Oliveira salienta que o objetivo do jogo é “cativar a atenção dos mais novos e fazer com que o período de tempo que passam no hospital, em casa e na escola seja mais saudável e produtivo”. O investigador espera ter as aplicações disponíveis no último semestre de 2018. No concurso participaram 160 projetos, oriundos de 21 países. A final decorreu a 15 de novembro, durante a conferência anual da União Internacional para o Controlo do Cancro – World Cancer Leaders’ Summit -, no México. Para Hernâni Zão Oliveira, ter ganho este prémio é um “importante reconhecimento” para divulgar a nível nacional e internacional o potencial português no desenvolvimento de projetos multidisciplinares na área da inovação em literacia em saúde.
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25 startups de base tecnológica criam 700 empregos em 5 anos
O Top 25 da BGI – Building Innovators mobilizou 67 investidores e 147 milhões de dólares de capital, entre 2011 e 2016. Conheça o ranking das startups portuguesas mais promissoras. Uniplaces lidera. As empresas que figuram no Top 25 da BGI – Building Global Innovators mobilizaram 67 investidores e levantaram 147 milhões de dólares de capital, entre 2011 e 2016, criando 700 empregos. O “Portuguese Scale-Up Report 2017” começou a ser construído em fevereiro deste ano pela aceleradora de startups BGI, que para o efeito analisou 400 startups portuguesas com menos de cinco anos, com base nos dados públicos sobre investimento e receitas até 2016. A BIG, que contabiliza a aceleração de 126 startups, registando com uma invulgar taxa de sobrevivência de 75%, reuniu, ontem à noite, em Xabregas, Lisboa, num jantar abrilhantado pelo fadista Rogério Vieira, empreendedores, investidores e parceiros, aos quais apresentou os resultados deste trabalho que sistematiza o cenário empreendedor português sob um ponto de vista objetivo. Falando para uma plêiade de investidores entre os quais alguns estrangeiros, Sofia Fernandes, head of Marketing da BGI, evidenciou o facto de Portugal estar no mapa global das startups hoje e nos próximos anos. TOP 25 das startups mais promissoras 1 Uniplaces 2 Aptoide 3 VeniamWorks 4 TalkDesk 5 360imprimir 6 Unbabel 7 Eneida 8 TTR – Transactional Track Record 9 Landing jobs 10 ASAP54.com 11 Muzzley 12 Codacy 13 Zaask 14 Bitmaker 15 Petsys Electronics 16 B – parts 17 Petapilot 18 Wizdee 19 Xhockware 20 GuestU 21 iM3DICAL 22 code for all 23 Coimbra Genomics 24 Perceive 3D 25 Mygon
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Português cria site que deteta doença de Parkinson através da voz
Um site que analisa ficheiros de voz e determina se o utilizador tem indícios da doença de Parkinson, permitindo assim uma deteção e tratamento precoce, foi desenvolvido por um engenheiro do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). Para além de permitir a deteção precoce da doença de Parkinson em pessoas de diferentes idades, a tecnologia tem igualmente como objetivo diminuir os custos associados aos exames e aos tratamentos, explicou Diogo Braga, responsável pela criação deste projeto, que terminou recentemente a licenciatura em Engenharia Informática no ISEP. “Existe um elevado custo associado às doenças neurodegenerativas, com tratamentos dispendiosos e que apenas servem para dar uma melhor qualidade de vida do que aquela que os doentes teriam sem os tratamentos, que têm que ser cumpridos escrupulosamente para terem efeito”, disse o engenheiro. No entanto, segundo Diogo Braga, a doença tem outros custos para além do tratamento, que se prendem aos cuidadores, às depressões que os pacientes desenvolvem e ao facto de estes não terem atividade no mercado de trabalho. “Quando é feito um somatório desses custos, o resultado é bastante elevado”, notou Diogo Braga, acrescentado que os tratamentos precoces não levam só a uma diminuição dos gastos associados, atuando também na progressão da doença para determinados estádios. Para obter o resultado basta que os utilizadores (anónimos ou identificados) descarreguem no site um ficheiro de áudio (nos formatos ‘wav’ ou ‘mp3’) com cerca de cinco segundos. O resultado é divulgado de imediato, indicando ao utilizador se tem indícios ou não, se deve consultar um médico ou repetir o teste noutro dia. Esses indícios são detetados através de um sistema de aprendizagem automática (‘machine learning’) baseada em dados de 24 pacientes com Parkinson, em diferentes estados de progressão da doença, e em dados de 30 pessoas saudáveis, tendo a precisão de identificação rondado os 92,38% durante os testes. Diogo Braga explicou que a doença de Parkinson pode ser detetada pela rigidez na voz e nos ciclos vogais (que não conseguem ser percebidos pelos humanos). “Quando expressamos um vogal a nossa boca faz um ciclo, que é suposto ser fluído, sem nenhuma rigidez e sem travar”, indicou, esclarecendo que nos doentes de Parkinson, é possível detetar esses fatores na voz numa fase precoce da doença. Para o engenheiro, o fator diferenciador desta tecnologia é o facto de a deteção ser feita “com tolerância a ruído ambiente”. “Como os utilizadores poderão não estar em condições de laboratório, é importante que o sistema consiga detetar indícios da doença através da voz mesmo quando a gravação apresenta ruído ligeiro”, disse. Desenvolvido no âmbito do estágio curricular que o recém-diplomado do ISEP realizou no Grupo de Investigação em Engenharia e Computação Inteligente para a Inovação e o Desenvolvimento (GECAD), o ‘website’ demorou cerca de quatro meses a ser desenvolvido. A plataforma, que pode ser adaptada no futuro para outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Huntington, ainda não se encontra online. Os docentes do ISEP e orientadores do projeto, Ana Maria Madureira e Luís Filipe Coelho, esclarecem que a prioridade tem sido dada à publicação de artigos científicos, que permitam “validar e conferir um maior grau de credibilidade ao projeto”.
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Crowne Plaza Porto cultiva horta urbana no coração da Invicta
O novo conceito visa uma produção alimentar mais saudável e amiga do ambiente por redação A realidade citadina deixou de ser um entrave à pequena agricultura, sendo agora possível plantar de forma simples e diminuindo o impacto ecológico associado à atividade. Neste sentido, o Crowne Plaza Porto instalou uma horta urbana de 300² no terraço do hotel, com o objetivo de oferecer refeições mais saudáveis no Restaurante Poivron Rouge e, ao mesmo tempo, contribuir para uma cidade mais sustentável. Incluir uma horta urbana no Crowne Plaza Porto foi uma decisão “quase imediata” da equipa do Hotel, como afirma Mário Carvalho, Diretor do Departamento Food & Beverage. “Além de passarmos a ter um rápido e fácil acesso a alimentos sempre frescos e que encaixam na perfeição com o nosso conceito de cozinha mediterrânica – pura, natural e saudável -, este é o nosso contributo para uma cidade futurista e com hábitos cada vez mais amigos do ambiente”. A instalação da horta ficou a cargo da Noocity Ecologia Urbana, uma start-up portuguesa sediada no Porto que, desde 2014, tem vindo a acompanhar a tendência crescente da agricultura urbana, na Europa e no mundo. A horta é composta por módulos numa generosa área de 300m², a maior instalada pela empresa no país. A Noocity Growbed, cama de cultivo adotada pelo Hotel num dos seus terraços, permite superar, simultaneamente, as principais barreiras da agricultura nas cidades, como a falta de espaço, e da atividade agrícola convencional, como o elevado consumo de recursos. Por conter autorrega, este sistema permite ainda uma poupança de água global de até 80% comparativamente aos sistemas de cultivo convencionais, já que evita a evaporação, diminui a frequência de rega e permite reter água das chuvas. Além disso, o sistema de sub-irrigação permite uma autonomia de rega de até 3 semanas. A plantação do Hotel Crowne Plaza Porto inclui vários tipos de tomates, alfaces picantes, ervas aromáticas, cenouras, cebolas, rabanetes, frutos vermelhos, batata-doce e flores comestíveis, e as primeiras colheitas prevêem-se já para o mês de dezembro. De acordo com a época, serão ainda semeados novos produtos que terão o mesmo destino: a cozinha do Poivron Rouge. Para o Chefe Jorge Sousa, esta será a solução para “tornar o Hotel autossuficiente em alguns ingredientes, maximizar o controlo de qualidade e conseguir ter acesso a produtos que já não se encontram facilmente no mercado”. Apesar de a Noocity ter um papel determinante no acompanhamento técnico e formativo no decorrer das primeiras colheitas, a manutenção da horta ficará a cargo do Chefe Jorge Sousa. Mesmo sendo um projeto recente, toda a equipa do Departamento Food & Beverage do Hotel se tem mostrado entusiasmada com o conceito por conseguir, por exemplo, “elaborar uma salada com produtos colhidos no próprio dia, sem químicos e saudável”, assegura Mário Carvalho. Além do Staff, os hóspedes terão também a porta aberta para visitar o novo espaço de cultivo, tendo apenas, para isso, de ser acompanhados por um membro do Hotel.
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"A experiência do consumidor com o mundo da comunicação acelerada digital não tem volta"
Aos 57 anos o jornalista Marcelo Tas, que atualmente é um dos integrantes do programa Papo de Segunda, do GNT, tem uma carreira que vai muito além do jornalismo. O apresentador, formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP e em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes da mesma universidade, tem sua história intimamente ligada à educação e é também empreendedor. Com mais de 9 milhões de seguidores no Twitter e mais de 3 milhões no Facebook, Tas acompanha há 30 anos as transformações do mundo da comunicação e do consumidor. Colaborou para a criação de importantes projetos da televisão brasileira como o Telecurso, da Fundação Roberto Marinho, o Rá-Tim-Bum, programa infantil da TV Cultura e também para a implantação do CQC no Brasil, produzido pela Eyeworks e exibido no país pela Band. Em seu mais novo projeto, o canal no YouTube Descomplicado, que ajuda a traduzir assuntos complexos, Marcelo Tas explora três áreas que ele considera o tripé da sua carreira: a educação, a tecnologia e o humor. Os vídeos são produzido em seu estúdio de criação o Supernormal, em parceria com instituições de ensino como a Udacity, universidade de excelência em tecnologia do Vale do Silício. Em entrevista à Época NEGÓCIOS, o jornalista falou sobre suas contribuições para importantes momentos da comunicação brasileira, seus projetos no mundo do empreendedorismo e sobre as transformações do consumidor com o passar dos anos. Como a sua carreira está ligada ao empreendedorismo? Vou te falar um dado que é muito chocante e tenho até medo de falar isso. Eu nunca tive carteira assinada. Sou um cara de 57 anos, que trabalha há 34 anos e nunca teve carteira assinada. Eu sempre trabalhei por projetos, a minha vida inteira. Então é uma coisa bem curiosa, desde o início eu fui impelido a ser empreendedor. Eu tive que abrir uma empresa, me juntar com uma turma que estava querendo produzir programas de televisão. Tínhamos que fazer toda parte administrativa do negócio e a engenharia me ajudou muito nisso, tenho até hoje meus caderninhos com uma espécie de Excel à lenha, com os gastos e quanto tínhamos de dinheiro para os projetos. E qual foi o seu primeiro empreendimento? O meu primeiro empreendimento foi a Fundação do Olhar Eletrônico, que eu participei não como sócio, mas como fundador em parceria com o Fernando Meirelles. Eu nunca tive ambições de ser líder de uma empresa, mas posso colaborar bastante e já fiz isso várias vezes. Recentemente, tive uma empresa de design chamada Donaranha, que foi uma experiência bastante rica, feita com um sócio que depois se mudou para a Suécia e, então, resolvemos dar como finalizada a nossa missão de desenhar plataformas. Agora, estou em um momento de criação para o meu canal no YouTube, o Descomplicado, com minha empresa de criação Supernormal, que já tenho há trinta anos. Foi a única empresa que eu mantive ao longo de toda essa trajetória. Hoje tenho a capacidade de entender melhor o que eu faço. Existe um tripé que sustenta minhas atividade que é composto por educação, tecnologia e humor, eu sei misturar essas três coisas. Se você olhar isso eles estão presentes no CQC, no Telecurso, no Descomplicado, no Rá-Tim-Bum. Qual é a sua relação na criação de programas de televisão como Telecurso e o Rá-Tim-Bum? Cada um deles tem uma característica diferente, e em cada um deles eu tive uma participação. Tem alguns projetos que eu sou mais autor e em outros eu sou colaborador junto com várias pessoas. No caso do Rá-Tim-Bum eu participei da criação do projeto - cerca de cinco pessoas criaram o projeto inteiro. Mas quem nos municiava eram equipes de pedagogia, equipes de consultoria que nos traziam insumos para a produção dos conteúdo. Quais são as necessidades de uma criança na pré-escola por exemplo. E no Telecurso a mesma coisa. Eu fiz parte de um núcleo também de cerca de cinco pessoas, que foram responsáveis por criar o primeiro esqueleto do que seria o programa. E depois esse projeto cresceu muito. Como serua um projeto como o Telecurso hoje, em um mundo digital como o que vivemos? Eu estou iniciando uma consultoria com a Fundação Roberto Marinho para a atualização do telecurso. Tivemos já duas reuniões bem proveitosas. Nunca foi tão relevante atualizar o Telecurso. Ele até continuou sendo atualizado, mas os alunos e clientes hoje são atualizados todos os dias. Quais foram as maiores transformações que você observou no cliente? Eu acredito que a liberdade de escolha é a grande novidade do consumidor de hoje. Nunca se teve tantos caminhos para escolher. Além disso, esse cara é como o aplicativo de celular, todo dia tem uma atualização nova. E então você tem que acompanhá-lo. É isso que me move hoje em dia, é entender a atualização das pessoas com que eu converso. Esse aliás deve ser o propósito de todas as empresas, entender que a transformação do seu cliente é gigantesca. A experiência do consumidor com o mundo da comunicação acelerada digital não tem volta. O que as empresas precisam fazer para lidar com essas transformações? Se você pegar qualquer empresa bem sucedida, seja relacionada à tecnologia ou ao agronegócio, ela tem que estar alinhada com as necessidades dos clientes e dos colaboradores. Uma empresa hoje precisa entender que a sua relação com o cliente vai além do comercial de trinta segundos. E como fica a sua área, a televisão, com todas essas mudanças? A televisão depende mais dela do que de outros fatores. Ela tem que se reinventar e eu vejo neste momento uma grande oportunidade. Essa mudança não é uma escolha, ela já está estabelecida, as pessoas já sabem como funciona, não vale a pena as emissoras de televisão querer lutar contra a lei da gravidade. Está acontecendo uma mudança na tecnologia, mas a transformação mais importante é a que acontece dentro da gente. Depois que você experimenta um procedimento trazido pela aceleração digital, você se transforma por dentro e é essa para mim a mudança mais relevante. As pessoas irão parar de aceitar uma outra experiência inferior, ou que as trate com desrespeito em relação ao seu tempo e ao seu poder de crítica. Se o empreendedor não ouvir seu consumidor para atender à sua demanda e procurar resolver seus problemas, a chance de estar fora do jogo são enormes.
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Startups. Ecossistema português cresceu o dobro da média europeia
No último ano, as scaleups nacionais levantaram 115 milhões de euros em financiamento - 40% do total captado entre 2010 e 2016 -, o que pôs Portugal a crescer o dobro da média europeia. Portugal tem 67 scaleups (empresas que obtiveram financiamento de mais de um milhão de dólares), que captaram um total de 350 milhões de dólares (310 milhões de euros) nos últimos seis anos. Só no ano passado, levantaram 130 milhões de dólares (115 milhões de euros) em financiamento, cerca de 40% do financiamento total captado entre 2010 e 2016, o que pôs o ecossistema empreendedor português a crescer “o dobro da média europeia”. As conclusões são do estudo Startup Europe Partnership (SEP), que resulta de uma parceria entre a Mind the Bridge e a Beta-i, e que foi apresentado esta terça-feira na Lisbon Investment Summit, em Lisboa. "Ao olhar para os números portugueses, devemos considerar que, além da pequena dimensão da economia portuguesa, o ecossistema é bastante jovem. 76% das scaleups identificadas foram fundadas depois de 2010 e, dessas, quase metade foi fundada depois de 2013", observa Alberto Onetti, coordenador da Startup Europe Partnership, em comunicado. A maioria (88% do total) são pequenas scaleups, continua o responsável, que obtiveram um financiamento total entre 1 e 10 milhões de dólares, representando 0,2% do PIB português. Mas, apesar dos números, Portugal ocupa o 15.º lugar do ranking dos ecossistemas europeus de scaleups. A Farfetch, plataforma luso-britânica de comércio eletrónico de moda de luxo, é o único “unicórnio” (startups avaliadas em mais de mil milhões de dólares) de origem portuguesa. No entanto, há um grupo de scaleups que estão a crescer rapidamente. A Outsystems, liderada por Paulo Rosado, empresa portuguesa que desenvolve uma tecnologia low-code, levantou cerca de 60 milhões de dólares, é a candidata a ser “a próxima Farfetch”. Seguem-se a Uniplaces, Veniam, Feedzai, Talkdesk e Aptoide, que ultrapassaram os 20 milhões de dólares em financiamento. Em conjunto, estas empresas levantaram mais de 190 milhões de dólares, mais da metade (56%) do total de financiamento conseguido pelas scaleups portuguesas. Norte-americanos são quem mais investe Os investidores nacionais participaram em mais de dois terços das rondas de financiamento (67%), no entanto, são os norte-americanos quem mais investe nas scaleups portuguesas. Enquanto os investidores dos Estados Unidos investiram 163 milhões de dólares, os portugueses totalizaram 121 milhões de dólares. Os americanos investem em fases de investimento mais avançadas (série B em diante), enquanto que cerca de 75% do capital investido por portugueses é em fases iniciais (seed e série A). Um norte-americano investe, em média, 9,6 milhões de dólares por ronda. Já o português investe 1,7 milhões de dólares. O valor médio de financiamento, por ronda, de britânicos (5,3 milhões de dólares) e espanhóis (2 milhões de dólares) também é, portanto, superior à portuguesa. "É interessante notar que os investidores internacionais têm um papel importante no ecossistema de rápido crescimento português. 62% do capital disponível para scaleups vem de fora. Eventos internacionais como o Web Summit, o Lisbon Investment Summit ou o ScaleUp Porto têm sido muito importantes para fazer avançar o panorama de scaleups português", considera Ricardo Marvão, cofundador e diretor de projetos globais da Beta-i. A par da captação de investimento estrangeiro, as scaleups portuguesas sentem a necessidade de deslocar as sedes para fora do país. O estudo indica que quatro em cada cinco empresas fundadas em Portugal são startups “dual”, ou seja, têm sedes fora do país, mas mantêm operações relevantes no país. É o caso da Feedzai, OutSystems, Talkdesk, Unbabel ou Veniam. “Hotspot de scaleup”: Lisboa Lisboa é a cidade que mais scaleups concentra (27), responsável por 221 milhões de dólares (196 milhões de dólares) de capital angariado, que corresponde a 65% do total angariado pelas scaleups nacionais. O Porto é o segundo da lista com praticamente o mesmo número (23), angariando apenas 22% (77 milhões de dólares) do investimento. No terceiro ligar aparece Coimbra, com 10 milhões de dólares de financiamento para scaleups que operam, sobretudo, nas áreas de saúde e cleantech (tecnologia limpa). Desde 2010, 17 startups tecnológicas portuguesas foram vendidas, a maioria nos últimos dois anos, um “sinal de que o ecossistema de scaleups nacional só recentemente descolou”, refere o relatório. Cerca de 70% das startups tinham menos de cinco anos quando foram adquiridas. Das 17, 16 foram adquiridas por empresas internacionais, sobretudo por norte-americanas e britânicas. É o caso da iMobileMagic, que foi comprada pela norte-americana Smith Micro Software, no ano passado. A iMobileMagic iniciou a atividade em 2011, em Braga, como especialista no desenvolvimento de aplicações móveis com vista à segurança e proteção de crianças, idosos e outras pessoas que necessitassem de cuidados extra.
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Porto Tech Hub Conference 2017 regressa em setembro
A 3ª edição da ‘Porto Tech Hub Conference’ decorre no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, onde a 20 de setembro são esperadas mais de 1000 pessoas para assistir à conferência internacional que, desde 2015, reúne no Porto alguns dos mais reputados especialistas mundiais da área tecnológica, para debater e apresentar as últimas tendências do setor.
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Várias Start ups que tiveram bastante sucesso
Novatas ou já com provas dadas, esta é uma seleção (e não um ranking) das startups mais promissoras do nosso País. Muitas delas já angariaram mais de um milhão de dólares, outras estão a caminho. Conheça os próximos donos disto tudo.
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Projeto vencedor vai ajudar a prevenir as enchentes de turistas
Rodolfo Silva e Maria Ferreira, estudantes da Universidade Europeia venceram o IoT challenge da HPE CommsWorld, um desafio internacional de tecnologias de informação que decorreu de 10 a 12 de maio, em Cascais. Os jovens foram premiados com uma viagem ao IoT Innovation Center, situado em Genebra, na Suíça
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Explorers: Epic Tours eleita a melhor ideia para o turismo
Eram doze as ideias que estavam em jogo para a criação e aceleração de novas startups para a área do turismo. A equipa de Castelo Branco, Epic Tours foi a vencedora da 1ª edição do Explorers.
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Just a Change vence Start Tel Aviv
A Just a Change, organização que reabilita casas a pessoas carenciadas, venceu o concurso Start Tel Aviv e vai a Israel em Setembro representar Lisboa e Portugal no festival DLD Tel Aviv Innovation.
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Até 150 startups portuguesas poderão entrar na Web Summit a metade do preço
Até 150 startups portuguesas vão poder mostrar os seus projectos na Web Summit com bilhetes a metade do preço, através do programa Road 2 Web Summit da StartUP Portugal. Em 2016, este programa já tinha permitido a participação gratuita de 67 empresas portuguesas na feira. Este ano, o número alarga-se, mas o desconto diminui.
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